
Na antiguidade, era hábito os pais encomendarem aos "mestres" o mapa natal de seus filhos, assim que nasciam. O mapa, segundo a tradição, mostrava o caminho que aquela criança seguiria ao longo da vida. Mas sempre havia uma ressalva de que o mapa indicava mas não determinava. Creio que a astrologia cármica surgiu exatamente baseada neste princípio: nada era mais importante do que o livre-arbítrio do indivíduo. As estrelas apenas mostravam o caminho mais curto e mais acertado. Mas se no meio da caminhada a pessoa decidisse ir pelo caminho mais difícil, nada, nem mesmo as estrelas, impediriam esta decisão. Ou seja: o ser humano é livre para decidir toda e qualquer direção a ser tomada, independente das indicações mostradas pelo mapa. Desde então, comecei a pesquisar o velho binômio destino-livre arbítrio e cheguei a uma estranha constatação: evoluir é uma lei da natureza. Todos evoluem de uma forma ou de outra. Alguns mais lentamente outros mais rapidamente. Mas o processo não poderia ser revertido. A isso, chamei destino. Mas o livre-arbítrio seria a mola que movimenta esta evolução de mil maneiras individualizadas e normalmente obedecendo a um tempo igualmente estipulado pelo indivíduo, podendo, inclusive, começar numa encarnação e terminar em muitas encarnações posteriores.
Unindo conceitos místicos, acabei dando aula de Astrologia Cármica para aqueles que se interessavam por essa visão pouco ortodoxa e diferenciada da astrologia tradicional, mostrando que, na maioria dos casos o maior problema das pessoas estava exatamente nas áreas do mapa consideradas cármicas. Ou seja, aqueles pontos que ficaram mal resolvidos em vidas anteriores e que por essa razão eram enfatizadas na vida de hoje. Isso não levaria necessariamente ao conceito de castigo como a maioria imagina. Mas, sim ao de compensação. Essa área a ser compensada aparece marcada no mapa. Nisso se baseia meu estudo e quem se interessar pelo assunto, de verdade, será bemvindo.
Unindo conceitos místicos, acabei dando aula de Astrologia Cármica para aqueles que se interessavam por essa visão pouco ortodoxa e diferenciada da astrologia tradicional, mostrando que, na maioria dos casos o maior problema das pessoas estava exatamente nas áreas do mapa consideradas cármicas. Ou seja, aqueles pontos que ficaram mal resolvidos em vidas anteriores e que por essa razão eram enfatizadas na vida de hoje. Isso não levaria necessariamente ao conceito de castigo como a maioria imagina. Mas, sim ao de compensação. Essa área a ser compensada aparece marcada no mapa. Nisso se baseia meu estudo e quem se interessar pelo assunto, de verdade, será bemvindo.

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